No limiar do deslumbramento.
Prelúdios de um abismo,
do alto da razão
para as demências do coração.
Por quantas horas infindáveis
me dedico a tão estéril senda
pelas multidões de sonhos acesos…
Um Verão de vida desperta
as mais belas cores das ilusões
e nem as chuvas
arrefecem pensadas sensações,
nunca experimentadas, afinal
na lividez que lhes condena
a queda repentina à realidade.
Mesmo assim,
o encanto.
Sonho verbos para nós
e nem os antónimos
me interrompem
a esperança
de te ter.
Prelúdios de um abismo,
do alto da razão
para as demências do coração.
Por quantas horas infindáveis
me dedico a tão estéril senda
pelas multidões de sonhos acesos…
Um Verão de vida desperta
as mais belas cores das ilusões
e nem as chuvas
arrefecem pensadas sensações,
nunca experimentadas, afinal
na lividez que lhes condena
a queda repentina à realidade.
Mesmo assim,
o encanto.
Sonho verbos para nós
e nem os antónimos
me interrompem
a esperança
de te ter.

4 comentários:
Cada vez mais tu fã!
Ass: uma pita calçuda!
Impressionante...
uma boa surpresa =D
participa em www.luso-poemas.net
simplesmente adorei..
parabens..crias magia com as palavras!!
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