domingo, 6 de julho de 2008

No limiar do deslumbramento.
Prelúdios de um abismo,
do alto da razão
para as demências do coração.
Por quantas horas infindáveis
me dedico a tão estéril senda
pelas multidões de sonhos acesos…
Um Verão de vida desperta
as mais belas cores das ilusões
e nem as chuvas
arrefecem pensadas sensações,
nunca experimentadas, afinal
na lividez que lhes condena
a queda repentina à realidade.
Mesmo assim,
o encanto.
Sonho verbos para nós
e nem os antónimos
me interrompem
a esperança
de te ter.

4 comentários:

Anónimo disse...

Cada vez mais tu fã!
Ass: uma pita calçuda!

Anónimo disse...

Impressionante...

uma boa surpresa =D

Anónimo disse...

participa em www.luso-poemas.net

João Filipe Ferreira disse...

simplesmente adorei..
parabens..crias magia com as palavras!!